APLICAÇÃO · LASER SCANNER

Laser Scanner para Mineração

Na mineração, o laser scanner mede o volume de pilhas de estéril e minério e monitora taludes, sem acesso a pontos de risco.

Equipamentos

O que está incluído

Cubagem de pilhas

Minério e estéril

Monitoramento de taludes

Controle periódico de estabilidade

Frentes de lavra

Levantamento rápido e a distância

Como funciona em campo

Cubagem e monitoramento a distância

Para cubar uma pilha, o scanner é posicionado em pontos que enxerguem toda a geometria; o software calcula o volume comparando a superfície escaneada com o terreno de base ou com uma varredura anterior — dando também a variação de volume entre duas datas.

No monitoramento de taludes, varreduras periódicas do mesmo talude, sobrepostas, mostram deslocamentos de poucos milímetros entre uma data e outra — um alerta antecipado de instabilidade, feito sem que ninguém precise subir ou se aproximar da frente de risco.

Mina subterrânea

Seções de galeria e túnel com SLAM

Em galeria e túnel não há sinal de satélite e a geometria muda a cada avanço. O scanner SLAM monta a nuvem caminhando, sem GNSS, e o software compara cada seção com a de projeto. O roteiro abaixo segue as recomendações da FJD para análise de seções.

1 · Reconhecer o local

Antes de entrar: avaliar gases, estabilidade da estrutura e plano de emergência, e equipar a equipe. Definir onde ficam os pontos de controle. Túnel com muitas feições pode dispensá-los; com poucas, a FJD recomenda pontos na entrada e na saída.

2 · Pontos de controle

Medidos com estação total, um a cada 50 m, de preferência no chão. Se o ponto estiver na parede, coletar a coordenada com a cabeça do scanner para a frente.

3 · Escanear em trechos

Varrer em trechos de 200 a 300 m, com 50 a 100 m de sobreposição entre eles. Em trecho liso, espalhar caixas grandes no meio do túnel para dar feição ao SLAM. Atravessar uma vez só: voltar pelo mesmo caminho pode gerar erro de registro. Conferir a nuvem em tempo real e reiniciar se algo falhar.

4 · Processar

No Trion Model, importar os brutos, as imagens e o arquivo de pontos de controle. Emendar os trechos, registrar as nuvens que se sobrepõem e recortar o ruído.

5 · Gerar e comparar seções

Criar o eixo e a seção de projeto, gerar seções da nuvem por estaca e comparar com o projeto. O resultado mostra sobre e subescavação e sai em relatório.

Equipamentos indicados

Scanners e GNSS FJD citados para mineração

No material MineMind, a FJD usa scanners da série P2 e S2 para pilhas e subsolo e receptores GNSS para levantamento, locação e verificação. Dados conforme as fichas técnicas do fabricante.

FJD Trion P2 · locação e venda

Proteção IP54 e operação de −20 °C a 50 °C. Até 4 horas com duas baterias, com RTK e sem câmera externa. GNSS integrado georreferencia a nuvem na superfície; no subsolo, o SLAM trabalha sem satélite.

FJD Trion P1 · locação e venda

1 kg, 200.000 pontos por segundo e precisão relativa de até 2 cm, medida em condições de teste. O fabricante indica uso interno, externo e subterrâneo, e cita galerias de mina e túneis no manual.

FJD Trion S2 · venda

Alcance de 120 m a 80% de refletividade, ou 300 m no S2 Max. Montagens para drone (cava inteira), veículo (estradas de transporte) e robô quadrúpede (áreas de risco), conforme o material da FJD.

FJD Trion V10L · locação e venda

Receptor GNSS RTK com laser verde de 0 a 80 m para medir sem encostar no ponto. A FJD o indica para zonas perigosas e áreas com GNSS difícil. Proteção IP68.

Segundo a FJD

O ciclo da mina digital

A FJD descreve o MineMind como um ciclo: capturar com GNSS e scanner, montar o modelo 3D, executar, verificar com novo escaneamento contra o projeto e atualizar. O Trion Model faz o modelo digital, o cálculo de volume e a análise de túnel. Na etapa de despacho e volumes, a FJD declara ganho de 25% ou mais na rapidez da medição de volumes e redução de 20% ou mais em disputas de quantidade e retrabalho. Esses números se referem ao ciclo completo, que inclui software de gestão e controle de máquina fora do escopo desta página.

Os casos citados incluem minas de cobre da Kaz Minerals, uma mina de pedra em Java Ocidental, com cálculo de volume e locação, e uma mina de carvão em Kalimantan, com acompanhamento diário de avanço. São clientes da FJD.

Grupo Alezi Teodolini

Um grupo, cobertura completa

Terra Tech e GPS Agrimensora fazem parte do Grupo Alezi Teodolini, reforçando a cobertura técnica e de atendimento em todo o processo de compra ou locação.

Terra Tech

Empresa do grupo, presença técnica ampliada.

GPS Agrimensora

Empresa do grupo, atuação em agrimensura.

Dúvidas frequentes

Antes de fechar

É seguro escanear áreas de risco na mina?

Sim, o escaneamento é feito a distância, sem o operador acessar pontos instáveis.

O scanner SLAM funciona em galeria subterrânea, sem sinal de satélite?

Sim. O SLAM calcula a posição do scanner pelo próprio LiDAR e pela IMU, sem GNSS. Para colocar a nuvem em coordenadas da mina, a FJD recomenda pontos de controle medidos com estação total, um a cada 50 m, ou pelo menos na entrada e na saída quando o túnel tem muitas feições.

Qual o tamanho de cada trecho escaneado em túnel?

A FJD recomenda trechos de 200 a 300 m, com 50 a 100 m de sobreposição entre eles, emendados depois no Trion Model. O guia do Trion P2 recomenda que cada sessão de escaneamento não passe de 20 minutos.

Dá para conferir sobre e subescavação com a nuvem?

Sim. No Trion Model, o plano Section Analysis cria o eixo e a seção de projeto, gera as seções da nuvem por estaca, compara com o projeto e emite relatório.